GEORGES DANIEL JANJA BLOC BORIS

CRP 11/0145

Psicólogo (1981), mestre em Educação (1992) e doutor em Sociologia pela Universidade Federal do Ceará (2000). Pós-doutorado em Filosofia Prática pela Universidade da Beira Interior, em Covilhã, Portugal (2016). Professor titular do Curso de Psicologia (1985) e do Programa de Pós-Graduação em Psicologia (1997) da Universidade de Fortaleza - UNIFOR. Psicoterapeuta humanista-fenomenológico, formador de psicoterapeutas e supervisor com foco em Gestalt-Terapia. Coordenador do Laboratório de Psicopatologia e Psicoterapia Humanista-Fenomenológica - APHETO. Tradutor de Ego, Fome e Agressão: Uma Revisão da Teoria e do Método de Freud, de Frederick Perls (2002). Autor de Falas de Homens: A Construção da Subjetividade Masculina (2002; 2011) e de Grupos Vivenciais e Cooperação: Uma Perspectiva Gestáltica (2013). Revisor de diversos periódicos. Tem experiência na área das abordagens humanistas em Psicologia, atuando principalmente nos seguintes temas: gestalt-terapia, abordagem centrada na pessoa, psicodrama, filosofia e epistemologia da psicologia, fenomenologia, temas existenciais, práticas grupais, construção das subjetividades masculina e feminina, relações de gênero, poder e violência. Desenvolveu estudos sobre a cooperação nos pequenos grupos humanos, particularmente no que se refere às práticas vivenciais e psicoterápicas em fenomenologia existencial. Da mesma forma, nos últimos anos, tem se dedicado mais sistematicamente a explorar a literatura fenomenológico-existencial de Jean-Paul Sartre, buscando estabelecer articulações teóricas, metodológicas e clínicas de suas concepções com temas existenciais, voltados à produção de textos e pesquisas nos campos da clínica fenomenológico-existencial e das relações de gênero. Assim, busca desenvolver estudos e pesquisas a partir do método fenomenológico e produzir textos que contemplem as diversas possibilidades dos temas existenciais e das relações sociais de gênero, considerando que a subjetividade humana, múltipla por natureza, é construída sobre alicerces socioculturais, e que o sofrimento psíquico é uma conseqüência freqüente dos conflitos gerados pelas diversas possibilidades de manifestação da subjetividade. Nesta perspectiva, orienta alunos e ministra disciplinas dos Programas de Graduação e Pós-Graduação em Psicologia. Desde 2009, é membro do Conselho Deliberativo do Instituto Maria da Penha. Foi presidente do Instituto de Psicologia Humanista e Fenomenológica do Ceará entre 2011 e 2013. É membro do grupo de trabalho Psicologia & Fenomenologia da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia - ANPEPP.  

 

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