publicações

Objetivo: discutir o termo família no campo da saúde brasileira por meio: 1) do resgaste histórico do conceito e configuração da família no Brasil; 2) da recapitulação e problematização do termo na saúde brasileira; 3) da discussão na Política Nacional de Atenção Básica. Método: trata-se de um estudo teórico-reflexivo. Resultado: o texto foi dividido em: “Resgate histórico das transformações familiares no Brasil”, “Primeira Unidade Básica de Saúde: a família” e “Política Nacional de Atenção Básica: de que família estamos falando?”, que auxiliaram na argumentação sobre a problemática da (não)definição do termo família. Em meio a preocupação sobre alocar o cuidado voltado para a família, torna-se necessário repensar esse termo polissêmico, propondo a desnaturalização de definições cristalizadas que podem emergir na práxis dos profissionais, o que pode produzir atuações baseadas em (pré-)conceitos e negligências a famílias não hegemônicas. Considerações finais e implicações para a prática: é necessário discutir sobre qual concepção de família é considerada no campo da saúde e suas repercussões, principalmente na Atenção Primária à Saúde e em políticas de saúde, como na Política Nacional de Atenção Básica, para minimizar possíveis dificuldades que possam surgir no fazer dos profissionais ao se deparar com a pluralidade das realidades familiares.

 

Lucas Lima Campos e Anna Karynne Melo

O texto discute historicamente a construção dos indivíduos do gênero masculino, destacando como a sociedade patriarcal ainda hoje favorece a violência nas relações sociais do homem contemporâneo, quer seja nos relacionamentos com a mulher, com seus filhos ou com seus congêneres. Descreve como, desde bebê, mas também quando menino e adolescente, e, posteriormente, quando adulto, o homem é induzido a manifestar constantemente sua masculinidade, frequentemente através de atitudes e de comportamentos violentos. Neste sentido, busca alertar os profissionais de psicologia sobre a necessidade de consideração das questões de gênero em suas atividades, tanto com crianças e adolescentes quanto com adultos, bem como junto à família, aos grupos e às instituições sociais. Conclui com algumas considerações visando a prevenir o desenvolvimento da violência masculina. 
 
Georges Daniel Janja Bloc Boris 

 
Objetivo: analisar os planos de estudos dos cursos de pedagogia com relação à inserção da temática educação para a saúde dos futuros professores, espanhóis e brasileiros. Material e métodos: estudo de natureza transversal, descritiva, analítica e comparativa, com abordagem quantitativa em uma amostra selecionada por conveniência, estratificada, composta por 118 pessoas, 69 espanhóis e 49 brasileiros. Resultados: Como principais resultados identificou-se que a concepção de saúde e de educação para a saúde dos futuros professores espanhóis e brasileiros difere do que preconizam os atuais organismos internacionais e das orientações institucionalizadas para cada país. As atuais discussões sobre esses conceitos parecem não chegar ao cotidiano da escola, e muito menos alcançar a formação do professor. 
 
Maxmiria Holanda Batista; Valentin Gavidia Catalan; Kelen Gomes Ribeiro; Ana Maria Fontenelle Catrib; Anna Karynne Melo; Lídia Andrade Lourinho

Inspiradas em intervenções lúdicas no campo da Educação, relatamos a construção de um jogo de tabuleiro com personagens que apresentam algumas características de privilégios e desigualdades econômicas, sociais e históricas. Trata-se de um relato de experiência que objetiva descrever uma estratégia pedagógica, visibilizando a diversidade humana com graduandos de cursos da Saúde de uma universidade no Nordeste brasileiro. Foram debatidos temas relativos a diversidade, interseccionalidade e relações de poder, dialogando com o racismo, o machismo, o capacitismo, a operacionalização das políticas de saúde e sua influência na prática profissional. 
 
Ana Mattos Brito de Almeida; Luara da Costa França; Anna Karynne da Silva Melo 

A psicoterapia destaca-se como modalidade de atendimento à criança. Ressalta-se a importância de discutir sobre a psicoterapia infantil, pelo aumento da procura por esse serviço. Com o objetivo de reconhecer como a psicoterapia infantil tem sido conceituada e exercida, foi realizada uma revisão sistemática nas bases de dados BVS, Science Direct e SAGE Pubs, no período entre 2008 e 2018.

Rosa Angela Cortez Brito;  Sarah Montezuma; Anna Karynne Silva Melo,; Virginia Moreira. 

Objetivo: Analisar a percepção acerca do aconselhamento no contexto do teste rápido para o HIV. Método: Pesquisa com abordagem qualitativa realizada no Centro de Testagem e Aconselhamento com profissionais de saúde e com usuários do Centro de Testagem e Aconselhamento. A análise seguiu os passos propostos na fenomenologia empírica de Giorgi articulando-a com a literatura. 

 

Paula Barreto Silva Xenofonte Costa Lima; Maria Alix Leite Araújo; Anna Karynne Melo; João Marcos de Araújo Leite.

Objetivo: Descrever os danos provocados pelo uso excessivo dos equipamentos de proteção (EPI) nos profissionais que atuam no combate à Covid-19. Métodos: Revisão sistemática, realizada de abril a julho de 2020, nos sites da BVS, Scielo, PubMed e EBSCO. Resultados: Selecionou-se 5 estudos, compreendendo 5.062 profissionais. Os EPI citados foram máscaras N95/KN95 e cirúrgicas, luvas, roupas, óculos e aventais. Estes EPI contribuíram principalmente para o desenvolvimento de alterações cutâneas, como identificação facial, dermatites, acne e rosácea. Alterações como cefaleia também foram referidas. Não ficou clara a relação entre o tempo de uso do EPI e o desenvolvimento das lesões.

Ana Ofélia Portela Lima; Cesário Rui Callou Filho; Ane Karoline Medina Neri; Franklin Douglas Saboia de Sousa; Anna Karynne da Silva Melo; Maria Vieira de Lima Saintrain. 

O aumento da longevidade é um fenômeno mundial e de muita visibilidade na contemporaneidade. Contudo, observa-se a predominância de um discurso homogeneizador sobre a velhice, que a associa a declínio ou ainda que enfatiza determinado tipo de envelhecimento, em que os sinais do tempo são amenizados. Busca-mos compreender a vivência de envelhecimento de 11 sujeitos ainda não considerados idosos pelos critérios cronológicos, com faixa etária entre 33 e 56 anos, à luz da fenomenologia existencial de Sartre e de Beau-voir, a partir de uma pergunta disparadora e tomando por base os princípios do método progressivo-regres-sivo sartreano. A percepção dos sujeitos colaboradores sobre seu envelhecimento foi singular, mas remeteu ao contexto mais amplo, ou seja, familiar, social, cultural e histórico em que vivem. Esperamos consolidar um espaço de discussão e de transformação sobre a questão do envelhecimento e da velhice, certos de que a fenomenologia existencial de Sartre e de Beauvoir pode contribuir neste sentido. 
 
Caroline Furtado Nogueira; Georges Daniel Janja Bloc Boris 

O presente estudo fenomenológico tem como objetivo compreendera experiência do consumo da cocaína a partir da vivência de uma usuária. O método fenomenológico permite a compreensão do fenômeno a partir da descrição da experiência do vivido, exigindo uma leitura singular e longe de qualquer generalização. Foi realizado um estudo de caso a partir do material obtido durante o acompanhamento psicoterápico da paciente/participante com a psicoterapeuta/pesquisadora. Os dados transcritos foram obtidos por meio de entrevista aberta, a partir da pergunta disparadora “como você compreende o significado do seu consumo de cocaína”. Para a discussão do estudo de caso foi utilizado o aporte teórico-metodológico das contribuições do filósofo existencialista Jean-Paul Sartre, principalmente os conceitos de liberdade, angústia e má-fé. 
 
Ingrid Coelho Borges Pragmácio; Georges Daniel Janja Bloc Boris 

A ideia de um dossiê Psicologia & Fenomenologia surgiu em Natal, no Rio Grande do Norte, a partir das discussões ocorridas no contexto do III Congresso Brasileiro de Psicologia & Fenomenologia e do I Congresso Internacional de Fenomenologia: O Desassossego Humano na Contemporaneidade, quando aconteceu também o II Encontro Nacional do Grupo de Trabalho Psicologia & Fenomenologia – ANPEPP, em setembro de 2017. Neste evento, o grupo de trabalho decidiu investir numa publicação que reunisse diversas contribuições nacionais e internacionais no campo da Psicologia em interlocução com a fenomenologia, contemplando suas várias vertentes e abordando-a a partir de uma perspectiva teórica, empírica, metodológica, fi losófi ca, epistemológica, clínica e/ou crítica. Nos últimos anos, a fenomenologia tem sido instrumento de crescente produção de pesquisas, estudos, teses, artigos, livros, eventos e debates, refl etindo, discutindo e propondo novas formas de compreender o homem e a sociedade em que vivemos. 
 
Georges Daniel Janja Bloc Boris 

A literatura sobre a influência da fenomenologia e do existencialismo na Gestalt-terapia é controversa, pois seus fundadores não se ocuparam em esclarecer seus fundamentos filosófico-epistemológicos. Entretanto, entendemos que as várias influências sofridas por Perls e seus colaboradores na construção da Gestalt-terapia apontam para uma convergência de um posicionamento fenomenológico-existencial. Discutimos as possíveis influências da fenomenologia e do existencialismo na Gestalt-terapia a partir da revisão da literatura. 
 
GEORGES DANIEL JANJA BLOC BORIS; ANNA KARYNNE MELO; VIRGINIA MOREIRA 

O artigo tem como objetivo descrever a experiência da depressividade num atendimento de psicoterapia, articulando a Gestalt-terapia e a psicopatologia fenomenológica de Arthur Tatossian. A depressão é uma patologia que sempre existiu, mas nunca foi tão frequente quanto nos dias atuais, registrando-se o aumento de seu diagnóstico nos últimos 50 anos. Neste estudo de caso, utilizamos o termo “depressividade”, ao invés de depressão, tomando como lente a perspectiva humanista fenomenológica para descrever a experiência vivida de Alice. 
 
Anna Karynne Melo; Jamile Barreto Aquilino; Lucas  Guimarães Bloc; Virginia Moreira; Georges Daniel Janja Bloc Boris 

Este artigo é resultado de uma pesquisa de mestrado que teve como objetivo compreender como as mulheres experienciam os atuais papéis que assumem nas relações conjugais contemporâneas e no exercício da maternidade, e quais os sentidos que atribuem a essas vivências. A partir da fenomenologia-existencial de Jean-Paul Sartre e das inestimáveis contribuições de Simone de Beauvoir sobre a situação da mulher, foi possível compreender como se desenvolve o projeto de ser das colaboradoras deste estudo, mulheres de classe média, trabalhadoras, vivendo em situação de relação conjugal, e com filhos, residentes em Fortaleza, Ceará. Para a coleta de dados foi utilizada a entrevista fenomenológica com a pergunta disparadora “como é ser mulher?”. Para a análise dos resultados foi utilizado o método Progressivo-Regressivo. Os resultados mostram que, mesmo com a instrução formal e a independência financeira das mulheres, os papéis femininos na conjugalidade têm sofrido poucas modificações com relação ao acúmulo de responsabilidades que recaem sobre elas. 
 
Rafaelle f. C. Benevides; GeoRGes d. J. B. BoRis 

Este artigo apresenta e discute o conceito de estética do movimento. Parte de reflexões sobre o sentido estético na psicoterapia fenomenológico-existencial e discute o processo de psicoterapia como resultado da construção de um sentido estético que está para além da fala. São as reflexões feitas por Jean-Paul Sartre sobre a arte de Alberto Giacometti os subsídios teóricos para a apresentação do conceito estética do movimento, numa tentativa de contribuição à psicoterapia fenomenológico-existencial. Trata-se de um estudo teórico que se baseia em dados oriundos da dissertação de mestrado de um dos autores, na qual propôs-se um diálogo entre a ontologia fenomenológica sartriana e a noção de corpo em Gestalt-terapia.

Este artigo tem por objetivo discutir a angústia no vivido esquizofrênico segundo o ponto de vistad e Sartre (1943/2006; 1946/2010; 1938/2011; 1939/2012). Partimos da compreensão de que a angústia é o sentimento que predomina na existência humana, ainda mais na psicose, e principalmente entre os esquizofrênicos (Englebert & Valentiny, 2017). Assim, as discussões sobre a angústia desenvolvidas por Sartre podem contribuir para elucidar este fenômeno. 
 
Georges Daniel Janja Bloc Boris; Lucas Bloc; Virginia Moreira; Victor Monteiro Leite 

A tentativa de suicídio é uma escolha entre viver ou morrer decidida a partir da vivência da liberdade. Neste artigo, objetivamos compreender a experiência vivida da decisão de tentar o suicídio. Trata-se de uma pesquisa qualitativa com abordagem fenomenológica, cujo suporte teórico-metodológico foi endossado pela fenomenologia existencial de Sartre. Utilizamos entrevistas fenomenológicas para coletar os depoimentos de cinco pessoas adultas que tentaram suicídio, abordadas por meio desta questão: como foi a sua experiência de tentar o suicídio? A análise dos dados revelou os sentidos que os participantes atribuíam à sua decisão de tentar o suicídio. 
 
Carlos Ming-Wau; Georges Daniel Janja Bloc Boris; Anna Karynne Melo; Raimunda Magalhães da Silva 

SARTRE: DA FILOSOFIA À PSICOLOGIA

Publicação da Editora Fi  resultante de um projeto interinstitucional, relacionado ao GT Psicologia & Fenomenologia, da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia (ANPPEP) que tem como objetivo levar algumas das contribuições da filosofia sartriana para a psicologia. ⁣⁣O livro, que tem nosso coordenador Prof. Dr. Georges Bloc Boris como um dos organizadores e coautor de dois capítulos, propõe uma reflexão crítica sobre questões contemporâneas, seguindo o curso do pensamento de Sartre.⁣

FENOMENOLOGIA(S) E SAÚDE COLETIVA

Fruto da tese de doutorado da nossa coordenadora Profa. Dra. Anna Karynne, com a Profa. Dra. Maria Lúcia Bosi, o livro: "Fenomenologia(s) e Saúde Coletiva", o livro busca conhecer a tessitura da fenomenologia no campo da Saúde Coletiva. As autoras debatem as indagações e aportes fenomenológicos nesse campo e a interface Fenomenologia e Saúde (Coletiva).
 

SOFRIMENTO, EXISTÊNCIA E LIBERDADE EM TEMPOS DE CRISE

Obra com as palestras e conferências do II Congresso Internacional de Fenomenologia Existencial e do III Encontro Nacional do GT Psicologia & Fenomenologia-ANPEPP, realizados em Natal, RN, no mês de setembro de 2019. O título do livro, tema do evento, convocou "pesquisadores, profissionais e estudiosos da Psicologia e da Fenomenologia a refletirem e pensarem sobre os sofrimentos existenciais e as possibilidades humanas de existir com liberdade e potência de vida diante dos acontecimentos que caracterizam o nosso tempo." Na página 255, no capítulo "Vale a pena ficar adulto?", nossos coordenadores Ma. Yara Pimenta e Prof. Dr. Georges Boris contemplam a indagação de existir de uma criança, que somadas às crises pessoais, de desenvolvimento e às requisições da infância contemporânea trouxeram questionamentos existenciais sobre os valores, o projeto de ser e a morte. Um estudo de caso que contempla a defesa de que “o homem tem de poder escolher a vida em todas as circunstâncias” Jean-Paul Sartre.

O GESTO FENOMENOLÓGICO - CORPO, AFETO E DISCURSO NA CLÍNICA

Publicação do Instituto de Psicologia Fenomenológico–Existencial do Rio de Janeiro – IFEN com reflexões produzidas pelos membros do Grupo de Trabalho - Psicologia & Fenomenologia, da ANPEPP- Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia, entre eles nossos coordenadores Prof. Dr. Georges Boris e Profa. Dra. Anna Karynne Melo.
Na página 209, Anna Karynne nos apresenta o “Cuidado em saúde como gesto sob o olhar da Fenomenologia de Merleau-Ponty”, e, na página 231, Georges discorre sobre “O gesto fenomenológico diante da angústia: Elementos para uma Psicoterapia Existencial.”

INTERFACES ENTRE SAÚDE MENTAL, GÊNERO E VIOLÊNCIA

Editada pela EdUECE, a obra contempla a análise de gênero no desenvolvimento de programas e políticas de saúde mental, e traz uma construção coletiva do conhecimento acerca de questões de discriminação de gênero, pobreza, posição social e várias formas de violência contra as mulheres. No Capítulo 8, nossos coordenadores Luiza Camila Holanda de Matos, Prof. Dr. Georges Daniel Janja Bloc Boris e Profa. Dra. Anna Karynne Melo, em co-autoria com Christina Cesar Praça Brasil, Maxmíria Holanda Batista e André Barata, discutem 'A Experiência Vivida da Maternidade na Contemporaneidade'.

III CONGRESSO BRASILEIRO DE PSICOLOGIA & FENOMENOLOGIA / II ENCONTRO NACIONAL DO GT PSICOLOGIA E FENOMENOLOGIA - ANPEPP / I CONGRESSO INTERNACIONAL DE FENOMENOLOGIA EXISTENCIAL

Resumos dos trabalhos de co-autoria ou autoria dos nossos coordenadores:

- MECANISMOS DE EVITAÇÃO DE CONTATO NO ATENDIMENTO INFANTIL - CASO LÉO

Yara Pimenta Rodrigues e Anna Karynne Melo

Página 80


 

- UMA COMPREENSÃO FENOMENOLÓGICA DA SÍNDROME DE TOURETTE

Yara Pimenta Rodrigues e Anna Karynne Melo

Página 108


 

- UMA NOÇÃO DA ESQUIZOFRENIA NA PSICOPATOLOGIA FENOMENOLÓGICA

Antonia do Carmo Brasileiro Andrade, Anna Karynne Melo e Silvia Fernandes do Vale

Página 109

 

- A DANÇA DE ANITA: IMPROVISAÇÃO E CRIAÇÃO EM PROCESSOS ARTÍSTICOS E PSICOTERAPÊUTICOS SOB UMA PERSPECTIVA SARTREANA

Cristiana Fernandes Moura, Isabel Maria de Araújo Botelho e Georges Daniel Janja Bloc Boris.

Página 118

 

- A EXPERIÊNCIA DE SER MÃE EM CONTEXTO DE HOSPITALIZAÇÃO

Debora de Sousa Rodrigues, Georges Daniel Janja Bloc Boris e Anna Karynne Melo.

Página 128


 

- SAÚDE MENTAL, PSICOLOGIA E FENOMENOLOGIA: COMO PENSAR ESSA INTERLOCUÇÃO?

João Marcos de Araújo Leite, Anna Karynne Melo e Virgínia Moreira.

Página 181


 

- ANALISANDO OS CONCEITOS DE SAÚDE, DE DOENÇA E DE CLÍNICA NOS SERVIÇOS DE PSICOLOGIA DO BRASIL

Davi Barreto, Anna Karynne Melo e Virgínia Moreira.

Página 190


 

- O (NÃO) LUGAR DA(S) FENOMENOLOGIA(S) NA SAÚDE COLETIVA

Anna Karynne Melo e Maria Lúcia Magalhães Bosi

Página 200


 

- OS SENTIDOS DAS MASCULINIDADES: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA SOBRE A CONSTRUÇÃO SOCIAL DOS SENTIDOS DAS MASCULINIDADES NA CONTEMPORANEIDADE

Rafaelle Fernanda Costa Benevides, Vannessa Brasil Fernandes de Oliveira e Georges Daniel Janja Bloc Boris.

Página 206